quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Ser eu



Vivo a inconstância de ser eu 
De estar no fracasso e depois no apogeu 
Putz, representar uma certa comunidade 
Viver com os paradigmas da idade 
Ser calmo e nervoso 
Ser o algoz e culposo
Não me permitindo ser frágil 
A vida me ensinou a ser ágil
Superficial e profundo


É uma dúvida ser eu 

Dúvida de uma interrogação 
Eu quero ver você ser eu
Com disposição


Adapte - se a mim 
Meus defeitos tão certo assim
Lide com minha sensibilidade 
Minhas emoções na instabilidade  
Sentir na pele o que é ser negro 
Sendo julgado o tempo inteiro 
Desde pequeno sou um vencedor
Do império serei o sucessor


É uma dúvida ser eu 

Dúvida de uma interrogação 
Eu quero ver você ser eu
Com disposição


Eu não sei o que quero 
Tenho ambições
Um futuro bom eu espero
Só não que me julguem 
Vocês não são ninguém 
Voltei na minha raiz 
Cresci ,parti e fui ser feliz 

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Burguesia

É, a vida é mesmo uma farsa
Pilantra maldito com seus comparsas
Burguesia lixo do mundo
Quanto mais dinheiro mas imundo
Mundo sujo
Sobrevivendo na humildade
Com muita solidariedade
Seu poder não pode me comprar
Filhinhos de papai vão se ferrar

Não quero o lixo ,que você consome
Vou te quebrar, sem considerar seu nome 

Seu dinheiro não pode comprar minhas idéias
A desigualdade me dá uma odisseia
Pobres reprimidos por falta de dinheiro
Salário mínimo não compra o tênis maneiro
Não quero as drogas que você me dá
Não quero ver a policia racista me revistar
Cidade com problema de estrutura
Eu quero uma ruptura..

Não quero o lixo ,que você consome
Vou te quebrar, sem considerar seu nome 

Faço minhas palavras as palavras de Cazuza
"A burguesia fede..."